Lúcia, obrigada pelas visitas e comentários.
Só agora os vi.
Não sei o que pretendo fazer do blog, e ainda não pensei se deleto, inativo ou deixo às traças.
Tem momentos na vida que é assim, é preciso dar um tempo, respirar fundo e deixar as coisas acontecerem. [...]
Por mais informações que o mundo moderno nos ofereça, por mais que leigos e meros mortais, possam estar ou ter condições para estarem mais conscientizados, algumas coisas me intrigam.
Ciência ou picaretagem?
Acreditar em quem? Será que há alguma entidade séria pesquisando e desenvolvendo a técnica?
Conheço pessoas que estão se tratando com a técnica e pelos relatos estão muito melhores.
Quinta-feira, Agosto 13, 2009
Senna no Roda Viva
Vi que estava sendo reprisado na tv Cultura, a entrevista que aconteceu no ano de 1986, no programa Roda Viva/TV Cultura.
Que saudades, não só daquele que se tornou um ícone, um herói.
Que saudades!
Dos dias atuais, quando ligamos a tv, ou nos deparamos com a mídia, é lastimável a tamanha falta de referência vivemos! A sensação de enjôo, de nojo diante o show de egos inflados e resplandentes na lama...
Foi gratificante, relembrar a imagem de quem demonstrava AMOR simples. Amor ao que fazia, independemente de tudo que o circundava ( fama, dinheiro, talento, etc). Emoção pura na lágrima contida por representar aqueles que se traduziam nos brasileiros que realmente fazem o Brasil acontecer!
Segunda-feira, Julho 13, 2009
Por :Déa Januzzi
Jornal Estado de Minas - 12/07/2009
Enquanto escrevo, um dia depois do espetáculo do sepultamento de Michael Jackson, não consigo adivinhar se, neste domingo, o astro pop continuará a ser destaque nos noticiários da TV e da internet, mas gostaria de fazer uma pergunta para mim mesma: “Que contribuição o enigmático Michael Jackson deixou para o mundo? Foram os requebros dele, os passos ensaiados, as paternidades duvidosas, os milhões de discos vendidos, o jogo da vida? Qual a mensagem verdadeira que ele deixou?”.
Sinto dizer que, para mim, ele só deixou dúvidas. Preciso assegurar que ele tinha voz, sabia compor, era um verdadeiro ator da indústria fonográfica, mas nunca me passou mais do que isso. Que ele foi um superastro, ninguém duvida, que nunca será esquecido também. É verdade que, com sua dor e talento, ele transformou o show bizz, mas o que mais ele deixou? Que herança deixou para o mundo?
Os vários Michael Jacksons: o menino negro do Jacksons Five, exibindo o nariz de raízes africanas, até a carreira solo, a da imagem, do clipe, do videogame, do cinema, do espetáculo. O Michael Jackson do início da carreira, então, começa a ficar branco. Vitiligo? Pigmentação? Fica mais uma dúvida que não poderá ser respondida depois de sua morte, que acabou por santificá-lo no altar dos mitos intocáveis.
Apesar do seu canto Heal the world (cure o mundo), ele continuou a divulgar um mundo doente, decadente, consumista, em que as diferenças não são aceitas, em que o sucesso se traveste de estética, em que se fala em pedofilia como se fosse algo normal, onde a criança atormentada teima em se manifestar no adulto, no simulacro de alguém que não sabe o que quer, mas tem o direito de comprar, de pagar, de possuir o que bem entender, onde não há limites.
A herança de Michael Jackson é o vazio do mundo contemporâneo, de uma sociedade de zumbis, de jovens que se sacodem, dançam, se enfeitam, cometem crimes e são mortos, porque no altar interno deles não há fé, não há um deus interno chamado entusiasmo. São espantalhos de uma sociedade do vale tudo, da competição, do sucesso a qualquer preço, da falta de sonhos e ideologias para viver, da falta de um pai amoroso, de uma família protetora.
O mundo de glória do sepultamento, segundo o noticiário, foi o de Paris, a filha de 11 anos, que chorou pelo pai morto. De onde veio a filha loura, de cabelos lisos e olhos claros? Ela está filiada a um novo mundo ou a uma imagem idealizada e forjada pelo próprio pai?
Que me perdoem os milhares de fãs de Michael Jackson, os pastores evangélicos norte-americanos, mas, além de ser um superastro, ele não conseguiu clarear o mundo, mesmo mudando de cor e de raça. Para mim, o mundo dele continua cheio de sombras, enigmático, de uma escuridão difícil de ser iluminada.
A cerimônia de Los Angeles revelou a grandeza de um astro pop, pois ninguém melhor do que Michael Jackson soube trabalhar com a mídia. Ninguém chega perto dele em termos midiáticos. Até o site TMZ mostrou a força da internet na blogosfera, em que as bizarrices e as esquisitices de Michael Jackson foram exorcizadas depois de sua morte. Há uma canonização de um santo que ele nunca foi. Todos os seus pecados foram perdoados diante das câmeras.
Confesso que quase morri de overdose de Michael Jackson, que quase caí na dependência das notícias, da cerimônia. Fiquei entorpecida com tantas manifestações, com tantas qualidades de um astro que nem sabia que existiam, como a de benemérito.
O caixão dourado não encobre meu medo diante de um mundo que parou na arena de Los Angeles para cultuar alguém que não deixa bons exemplos.
Coberta por rumores e mistérios, a morte de Michael Jackson foi bem parecida com sua vida. Reverencio seu talento, seu jeito todo especial de fazer dinheiro, uma qualidade elogiada no mundo americano do ter. Ninguém mais se lembra das crises pessoais e financeiras do astro pop. Ele vai embora levando seus segredos. E, nós, do lado de cá, ficamos com os olhos embaçados por um caixão dourado e pelo brilho artificial dos holofotes de Los Angeles, da Terra do Nunca, o reino de Neverland – ou melhor, de Michael Jackson – , onde as crianças têm medo de crescer e de envelhecer!
Jornal Estado de Minas - 12/07/2009
Enquanto escrevo, um dia depois do espetáculo do sepultamento de Michael Jackson, não consigo adivinhar se, neste domingo, o astro pop continuará a ser destaque nos noticiários da TV e da internet, mas gostaria de fazer uma pergunta para mim mesma: “Que contribuição o enigmático Michael Jackson deixou para o mundo? Foram os requebros dele, os passos ensaiados, as paternidades duvidosas, os milhões de discos vendidos, o jogo da vida? Qual a mensagem verdadeira que ele deixou?”.
Sinto dizer que, para mim, ele só deixou dúvidas. Preciso assegurar que ele tinha voz, sabia compor, era um verdadeiro ator da indústria fonográfica, mas nunca me passou mais do que isso. Que ele foi um superastro, ninguém duvida, que nunca será esquecido também. É verdade que, com sua dor e talento, ele transformou o show bizz, mas o que mais ele deixou? Que herança deixou para o mundo?
Os vários Michael Jacksons: o menino negro do Jacksons Five, exibindo o nariz de raízes africanas, até a carreira solo, a da imagem, do clipe, do videogame, do cinema, do espetáculo. O Michael Jackson do início da carreira, então, começa a ficar branco. Vitiligo? Pigmentação? Fica mais uma dúvida que não poderá ser respondida depois de sua morte, que acabou por santificá-lo no altar dos mitos intocáveis.
Apesar do seu canto Heal the world (cure o mundo), ele continuou a divulgar um mundo doente, decadente, consumista, em que as diferenças não são aceitas, em que o sucesso se traveste de estética, em que se fala em pedofilia como se fosse algo normal, onde a criança atormentada teima em se manifestar no adulto, no simulacro de alguém que não sabe o que quer, mas tem o direito de comprar, de pagar, de possuir o que bem entender, onde não há limites.
A herança de Michael Jackson é o vazio do mundo contemporâneo, de uma sociedade de zumbis, de jovens que se sacodem, dançam, se enfeitam, cometem crimes e são mortos, porque no altar interno deles não há fé, não há um deus interno chamado entusiasmo. São espantalhos de uma sociedade do vale tudo, da competição, do sucesso a qualquer preço, da falta de sonhos e ideologias para viver, da falta de um pai amoroso, de uma família protetora.
O mundo de glória do sepultamento, segundo o noticiário, foi o de Paris, a filha de 11 anos, que chorou pelo pai morto. De onde veio a filha loura, de cabelos lisos e olhos claros? Ela está filiada a um novo mundo ou a uma imagem idealizada e forjada pelo próprio pai?
Que me perdoem os milhares de fãs de Michael Jackson, os pastores evangélicos norte-americanos, mas, além de ser um superastro, ele não conseguiu clarear o mundo, mesmo mudando de cor e de raça. Para mim, o mundo dele continua cheio de sombras, enigmático, de uma escuridão difícil de ser iluminada.
A cerimônia de Los Angeles revelou a grandeza de um astro pop, pois ninguém melhor do que Michael Jackson soube trabalhar com a mídia. Ninguém chega perto dele em termos midiáticos. Até o site TMZ mostrou a força da internet na blogosfera, em que as bizarrices e as esquisitices de Michael Jackson foram exorcizadas depois de sua morte. Há uma canonização de um santo que ele nunca foi. Todos os seus pecados foram perdoados diante das câmeras.
Confesso que quase morri de overdose de Michael Jackson, que quase caí na dependência das notícias, da cerimônia. Fiquei entorpecida com tantas manifestações, com tantas qualidades de um astro que nem sabia que existiam, como a de benemérito.
O caixão dourado não encobre meu medo diante de um mundo que parou na arena de Los Angeles para cultuar alguém que não deixa bons exemplos.
Coberta por rumores e mistérios, a morte de Michael Jackson foi bem parecida com sua vida. Reverencio seu talento, seu jeito todo especial de fazer dinheiro, uma qualidade elogiada no mundo americano do ter. Ninguém mais se lembra das crises pessoais e financeiras do astro pop. Ele vai embora levando seus segredos. E, nós, do lado de cá, ficamos com os olhos embaçados por um caixão dourado e pelo brilho artificial dos holofotes de Los Angeles, da Terra do Nunca, o reino de Neverland – ou melhor, de Michael Jackson – , onde as crianças têm medo de crescer e de envelhecer!
Quinta-feira, Maio 14, 2009
Com pouco tempo, o qual tenho aproveitado pra algumas coisas diferentes e até as normais que estão sendo diferentes!
A vida sempre foi e sempre irá além dos bites, bytes...
Jargão ao qual sempre estou me deparando: " a fila anda!"... ( tô ficando quase assombrada com isto :)
O que será que significa isto? :(
A vida sempre foi e sempre irá além dos bites, bytes...
Jargão ao qual sempre estou me deparando: " a fila anda!"... ( tô ficando quase assombrada com isto :)
O que será que significa isto? :(
Álvaro Garnero

Sempre que posso assisto aos programas do Álvaro. Delícias...
Do lado de cá, com olhos e jargão de Zeca Pimenteira...
Terça-feira, Abril 14, 2009
Domingo da Páscoa!
Fui à igreja para acompanhar minha mãe. Embora a sintuosidade da ocasião, gostei da celebração simples, mas não menos importante.
Há muito evito ir às missas. Das últimas vezes o sentimento de repugnância para alguns sermões, me fez ver que antes ser não praticante do que um credor descrente.
Lá refleti um pouco sobre qual é o verdadeiro sentido da quaresma, defendido por muitos como tempo de penitências. E a páscoa, o que seria além de ser tempo de garantir o retorno de quem investiu em ovos de chocolate?
Se Jesus estive em nosso tempo como ele celebraria a páscoa? Não falo dos "Jesuses" excluídos, transfigurados naqueles que sofrem privações materiais, que vivem às margens da sociedade e suas vicitudes,contradições, fanatismos que é inerente ao tema, entre outras coisas. Falo do Jesus próprio em si mesmo. Não que eu ache que Jesus era fanático. Acho que foi um cara muito lúcido e iluminado para o seu tempo. As vezes me confunde se tudo o que o envolveu para ser o "cordeiro imolado" era mais política ou religião.
Ele talvez nos "re ensinasse" a partilhar mais do que o corpo e sangue! Partilhar o corpo neste mundo caótico que dita modas, que escraviza em seus modelos bem formatados e com sentimentos altruístas de amor ao próximo e não de asco àqueles não estão na mesma passarela da felicidade modelo. Talvez ele nos fizesse compreender que beber o sangue da vida eterna, está além de ser uma figura que vai elencar os folhetins policiais, televisivos estancando o sangue e que faz mais do que suas vítimas do além. Vitima pessoas que ficaram com as sobras de suas próprias tragédias.
Embora pareça um discurso ministrado em próprias convicções, penso nestas linhas escritas e lembro da homilia do domingo. As palavras ditas não tinham este tom apocalíptico. Eram palavras de Esperança.
Fui embora refletindo... É preciso encorporar no nosso alicerce pessoal a frágil conceituação do divino, do pleno. E persistir nesta fortaleza é estar sempre alimentado da fé, da esperança, e de coragem. E o amor? Ahh este nem se fala.
Que possamos lembrar sempre que Páscoa é tempo, e não um domingo onde se come muito chocolate. E por isto ainda é tempo de desejar uma ótima páscoa a todos!
Fui à igreja para acompanhar minha mãe. Embora a sintuosidade da ocasião, gostei da celebração simples, mas não menos importante.
Há muito evito ir às missas. Das últimas vezes o sentimento de repugnância para alguns sermões, me fez ver que antes ser não praticante do que um credor descrente.
Lá refleti um pouco sobre qual é o verdadeiro sentido da quaresma, defendido por muitos como tempo de penitências. E a páscoa, o que seria além de ser tempo de garantir o retorno de quem investiu em ovos de chocolate?
Se Jesus estive em nosso tempo como ele celebraria a páscoa? Não falo dos "Jesuses" excluídos, transfigurados naqueles que sofrem privações materiais, que vivem às margens da sociedade e suas vicitudes,contradições, fanatismos que é inerente ao tema, entre outras coisas. Falo do Jesus próprio em si mesmo. Não que eu ache que Jesus era fanático. Acho que foi um cara muito lúcido e iluminado para o seu tempo. As vezes me confunde se tudo o que o envolveu para ser o "cordeiro imolado" era mais política ou religião.
Ele talvez nos "re ensinasse" a partilhar mais do que o corpo e sangue! Partilhar o corpo neste mundo caótico que dita modas, que escraviza em seus modelos bem formatados e com sentimentos altruístas de amor ao próximo e não de asco àqueles não estão na mesma passarela da felicidade modelo. Talvez ele nos fizesse compreender que beber o sangue da vida eterna, está além de ser uma figura que vai elencar os folhetins policiais, televisivos estancando o sangue e que faz mais do que suas vítimas do além. Vitima pessoas que ficaram com as sobras de suas próprias tragédias.
Embora pareça um discurso ministrado em próprias convicções, penso nestas linhas escritas e lembro da homilia do domingo. As palavras ditas não tinham este tom apocalíptico. Eram palavras de Esperança.
Fui embora refletindo... É preciso encorporar no nosso alicerce pessoal a frágil conceituação do divino, do pleno. E persistir nesta fortaleza é estar sempre alimentado da fé, da esperança, e de coragem. E o amor? Ahh este nem se fala.
Que possamos lembrar sempre que Páscoa é tempo, e não um domingo onde se come muito chocolate. E por isto ainda é tempo de desejar uma ótima páscoa a todos!
Segunda-feira, Abril 06, 2009
Dias atrás ouvi alguém dizer que infelzimente estamos carentes de Mários Quintana, que nos dias atuais não temos poesia com maestria tal como já se teve neste país.
Concordo plenamente. Embora haja um montão de gente que nos faria orgulhosos em sermos brasileiros ou que só nos faria aflorar o bom sentimento de nos sentir vivos, humanos, incompletos, etc, etc etc, enfim seres com sentimentos, eu concordo com esta triste realidade.
Os tempos são outros, sem dúvida, mas ainda assim ando com a sensação Dejavu. Sei lá, a sensação que tenho é que a humanidade destes tempos eco qualquer coisa, está se repetindo numa velocidade que a faz marchar lentamente pra algum lugar mais abaixo do que já estivemos.
Não sei se esta "escalada do baixo e do sempre mais abaixo" é só um retrato do inferno astral ou de algo mais ou o menos cósmico. Pode parecer meio apocalíptico!
Tenho relutado muito para a mente não enegrecer às linhas tão abaixo do abaixo. Mas como ia dizendo, o mundo está carente e eu também tô carente de chegar aqui, ali e acolá, e encontrar um verso simples, bonito e inteligente de um Chico Buarque, de um Caetano, Milton, de um Vinícius e tantos outros. Estou sentindo carência de encontrar uma melodia simples mas capaz de florescer todo explendor das sinfônicas clássicas ou populares. Se for para ouvir os mesmos de sempre, é só ligar o som, abrir livros de edições antigas, coisas do gênero! Repetir o antigo para aprimorar as novas ideías.
Podia ser pior, é bem verdade! Qualquer bonde, qualquer tigrão numa eguinha, sei lá que pocotó que daria. E ainda poderia dar indigestão com tanta mulé fruta, "frô", legumes sei lá... Podia né?
Já que a "10 graça do outro" pode ser ponte do seu céu...
Hoje alguém retrucou-me como quem diz que o problema é auto-estima. Não sei se é fase, sinceramente não sei e ando querendo saber disto não!
Concordo plenamente. Embora haja um montão de gente que nos faria orgulhosos em sermos brasileiros ou que só nos faria aflorar o bom sentimento de nos sentir vivos, humanos, incompletos, etc, etc etc, enfim seres com sentimentos, eu concordo com esta triste realidade.
Os tempos são outros, sem dúvida, mas ainda assim ando com a sensação Dejavu. Sei lá, a sensação que tenho é que a humanidade destes tempos eco qualquer coisa, está se repetindo numa velocidade que a faz marchar lentamente pra algum lugar mais abaixo do que já estivemos.
Não sei se esta "escalada do baixo e do sempre mais abaixo" é só um retrato do inferno astral ou de algo mais ou o menos cósmico. Pode parecer meio apocalíptico!
Tenho relutado muito para a mente não enegrecer às linhas tão abaixo do abaixo. Mas como ia dizendo, o mundo está carente e eu também tô carente de chegar aqui, ali e acolá, e encontrar um verso simples, bonito e inteligente de um Chico Buarque, de um Caetano, Milton, de um Vinícius e tantos outros. Estou sentindo carência de encontrar uma melodia simples mas capaz de florescer todo explendor das sinfônicas clássicas ou populares. Se for para ouvir os mesmos de sempre, é só ligar o som, abrir livros de edições antigas, coisas do gênero! Repetir o antigo para aprimorar as novas ideías.
Podia ser pior, é bem verdade! Qualquer bonde, qualquer tigrão numa eguinha, sei lá que pocotó que daria. E ainda poderia dar indigestão com tanta mulé fruta, "frô", legumes sei lá... Podia né?
Já que a "10 graça do outro" pode ser ponte do seu céu...
Hoje alguém retrucou-me como quem diz que o problema é auto-estima. Não sei se é fase, sinceramente não sei e ando querendo saber disto não!
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